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Tokenização e GEO em 2026: protocolo empírico para testar fragmentation, utilização, atribuição e completude

Publicado em · Atualizado em

Protocolo empírico · Pré-registro conceitual · Tokenização · GEO · 2026

Desenho experimental sem resultados inventados: tokenizer/model pairs reproduzíveis, corpus brasileiro, Gold Facts, controles e outcomes E3–E6.

Status

PROTOCOL — NOT YET EXECUTED. Este documento define hipóteses, dataset, controles, métricas e critérios de falsificação. Não contém resultados.

“O objetivo do experimento não é provar que menos tokens são melhores. É descobrir se fragmentation ainda explica alguma coisa depois que controlamos retrieval, contexto, entidade e dificuldade.”Raphael Sousa Pereira · 2026
Pergunta causal

O que queremos saber?

H0: após controlar contexto, entidade, frequência e dificuldade, token fertility isolada não explica de forma robusta Utilization ou Attribution.

H1: maior fertility reduz effective context budget em tarefas longas.

H2: fragmentation pode alterar E3 Utilization em alguns tokenizer/model pairs, com efeito heterogêneo.

H3: entity fragmentation pode afetar E4 Attribution sob competição entre entidades, mas não como regra universal.

H4: efeitos em E6 Completeness aparecem principalmente quando há pressão real de context budget.

Dataset

Corpus brasileiro controlado

EstratoUnidadesControle
Nomes próprios brasileirosPessoas e marcasComprimento, frequência proxy, acentos
Termos técnicosSEO, IA, engenharia, direito, medicinaDificuldade e domínio
Português ↔ inglêsConteúdo paraleloMesma semântica
Entidades concorrentesPares semanticamente próximosMesmo tipo de claim
Long-contextMúltiplos Gold FactsBudget e posição

Recomendação inicial: 300–500 queries, estratificadas. A amostra final deve ser definida por power analysis após piloto, não por conveniência.

Reprodutibilidade

Quais tokenizers podem entrar?

Priorizar tokenizer/model pairs cujo vocabulário e implementação sejam publicamente reproduzíveis. Modelos fechados só entram quando a tokenização relevante puder ser medida de forma documentada; caso contrário, o produto pode participar apenas como black-box downstream, sem claim sobre seu tokenizer interno.

Registrar: nome do modelo, checkpoint, tokenizer, versão da biblioteca, commit/hash quando disponível, normalização, special tokens e data da execução.

Experimento A

E3 Utilization sob Fixed Retrieval + Fixed Context

Fornecer a mesma Gold Evidence semanticamente equivalente a diferentes tokenizer/model pairs. Medir fertility e Gold Fact Use. Retrieval e Admission ficam fixos.

Outcome primário: factual accuracy ou Gold Fact Use. Secundário: logit difference em modelos abertos.

Falsificação: se fertility não prediz E3 após controles, rejeitar a hipótese de efeito geral.

Experimento B

E4 Attribution com entidades concorrentes

Construir pares de entidades com claims equivalentes e controlar posição, frequência proxy e tamanho do contexto. Variável independente: fragmentation da entidade. Outcome: Entity Attribution Accuracy.

Executar permutations de ordem e belief-neutral prompts para evitar sycophancy/framing.

Experimento C

E5 Fidelity em conteúdo paralelo

Usar Gold Facts idênticos em versões paralelas de idioma ou formulação. Medir factual consistency e preservação de relações entidade→atributo.

Se a diferença desaparecer após controlar comprimento efetivo de contexto, o efeito deve ser atribuído a budget e não a “semanticidade do tokenizer”.

Experimento D

E6 Completeness sob pressão de context budget

Usar Oracle Multi-Evidence com Answer Requirements pré-registrados. Introduzir pressão de budget sem remover Gold Evidence de forma não controlada.

Gates obrigatórios: Gold Evidence complete, context trace, positive control por evidence ablation, negative control, position counterbalancing e replicação.

Outcome: Requirement Coverage / Gold Fact Recall.

Métricas

Não inventar uma nova métrica quando uma estabelecida resolve

DimensãoMétrica
FragmentationFertility; STRR quando aplicável
E3Accuracy / Gold Fact Use
E4Entity Attribution Accuracy
E5Gold Fact Preservation / factual consistency
E6Requirement Coverage / Recall de requisitos
IncertezaIC95%, bootstrap pareado quando adequado, effect size
Análise

Modelo estatístico mínimo

Usar análise pareada por query quando o mesmo item é testado em múltiplas condições. Estratificar por idioma, tipo de entidade, difficulty e context length. Controlar múltiplas comparações quando várias métricas/valores de k forem avaliados.

Reportar tanto significância quanto magnitude do efeito. Um efeito estatisticamente detectável pode ser operacionalmente irrelevante.

Reprodutibilidade

Artefatos a publicar

Dataset de queries quando licenças permitirem; schema dos dados; tokenizer versions; scripts de contagem; seeds; prompts; Gold Facts; rubrica de anotação; resultados brutos; análise; ambiente; hashes; limitações e falhas.

Critério de maturidade

Quando o framework sobe de M3 para M4/M5?

NívelCondição
M3Protocolo definido e falsificável
M4Piloto executado com dados e ICs
M5Replicação interna em outra amostra/modelo
M6Replicação externa independente
Conclusão

Este protocolo só se torna evidência depois de executado.

“A força do teste está em permitir que a hipótese de token optimization fracasse.”Raphael Sousa Pereira · 2026
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Selo Google Analytics Certified — Raphael Sousa PereiraCertificação do Google Analytics — Raphael Sousa Pereira
Emitida pelo Google Skillshop em 21/04/2026 · válida até 21/04/2027
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Selo Google Ads Video Certification — Raphael Sousa PereiraCertificação Google Ads Vídeo — Raphael Sousa Pereira
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